José Valdir Pereira
 
 
 
José Valdir Pereira
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  6   -  Mural de recados

 


jose valdir   -  19-07-2014


Queridos amigos, familiares e leitores


Encontro-me em Porto Velho, na minha residência, Av. Calama.
Durante o dia, no escritório, no horário comercial.
Abraços a todos, e a certeza de que é sempre prazeroso estar desfrutando do convívio de todos vocês.
 


Viriato Moura   -  19-07-2014


AUTÊNTICO


O verdadeiro poeta é aquele que vive a poesia, não apenas aquele que escreve em versos.
Viriato Moura
 


jose valdir   -  19-07-2014


"Quando te vi, deixei florescer no meu coração sementes de amor que percebi no teu olhar; despertei n´alma o desejo de te amar!"
(josé valdir pereira)
 


VIRIATO MOURA   -  18-07-2014


ARTE INVADE NOSSA BRIGADA


Desde esta segunda-feira que o quartel da 17ª Brigada de Infantaria de Selva, denominada de Príncipe da Beira, foi invadida pela arte pictórica. Essa invasão se deu face a um concurso de pintura em tela, tendo como tema a própria Brigada, que comemora 45 anos de sua presença em Rondônia. A brilhante e colorida ideia do evento é do seu comandante, o general André Luis Novaes Miranda, recém-chegado a Porto Velho para cumprir mais uma de suas missões militares.

A tomada de “assalto” daquela guarnição foi protagonizada pelos 27 artistas plásticos (ou visuais, como hoje se prefere denominá-los), que em suas dependências instalaram sua artilharia de trabalho: cavaletes, telas, paletas, tintas, pinceis...

Ao longo da semana, durante o dia, aos poucos surgiam nas telas dos pintores concorrentes imagens criadas pelos talento e sensibilidade de cada um deles para retratar, livremente, o que captavam do ambiente, da história e dos fundamentos que envolvem nossa Brigada cuja trajetória de bons serviços prestados a Rondônia e ao Brasil são incontestáveis.

O concurso, que já se configura como um sucesso, haja vista o número de artistas participantes e, pelo que já se sabe, a qualidade das obras produzidas, visa estimular a produção artísticas em nosso meio (em primeiro momento, a pintura, mas depois virão outras artes, como a literatura etc.). Além de incentivados pelo prêmios, os seis artistas cujos quadros forem escolhidos pela comissão de seleção terão suas obras fazendo parte do acervo permanente da Brigada, o que significa perenizá-las para apreciação.

A presença de um museu de artes compondo o cenário de uma unidade militar certamente diz muito mais que o explicitado nas obras nele contidas. Não seria exagero dizer que, nesse mister, é um sinal dos tempos. Dos bons tempos de enobrecimento das percepções humanas em que soldados e armas mais ou menos letais podem, sim, conviver harmoniosamente no mesmo ambiente sinalizando para um proposta pacificadora de seres humanos.

Enquanto as belas telas enlevam os espíritos encantando-os pelas cores e pelas formas, a unidade militar que as alberga expressa seu compromisso com o mais lídimo dos sentimentos humanos, indispensável para atingir a felicidade: a liberdade. Isso, em termos de pátria, ainda impõe o adequando preparo dos próprios exércitos para defender seus cidadãos daqueles que ousarem subjugá-lo.

Eis, pois, uma procedente e eficaz simbiose: a força das artes, meio de combate capaz de aguçar percepções e esculpi-las sobre a égide das melhores virtudes, e a força militar, que detém o poder bélico e pode coibir ações deletérias, por vezes fraticidas, quando homens sem razão querem usurpar direitos e vidas.

Diante do êxito do concurso enquanto salutar competição em busca do belo, e pelo seu significado como proposta de união de forças virtuosas para a construção de um sereno e edificante estado de direito, o evento, que fará parte do calendário anual da nossa Brigada, veio para ficar.
 


VIRIATO MOURA   -  17-07-2014


FLAGRA


A folha de papel em branco incita voluptuosa o poeta e pede que ele a penetre com seus versos de amor. A inspiração que se achega, enciumada, ao flagrar a cena, desiste e vai embora.
 


Ascom Viva Porto Velho   -  12-07-2014


COMISSÃO ORGANIZADORA DO CONCURSO DE PINTURA DA 17ª BRIGADA REUNE COM ARTISTAS PLÁSTICOS


Na manhã deste sábado, membros da comissão organizadora e julgadores do I Concurso de Pintura da 17 ª Brigada de Infantaria de Selva Príncipe da Beira, sob coordenação do seu comandante, general André Luiz Novaes, reuniu-se com parte dos concorrentes do concurso no auditório daquela unidade de comando militar.

Durante a reunião, o general Novaes falou dos objetivos do concurso, que faz parte dos festejos comemorativos dos 45 anos da Brigada. O desembargador Renato Mimessi, crítico de arte, e o médico, jornalista e artista plástico Viriato Moura, que fazem parte da comissão que julgará as obras concorrentes, responderam as questões formuladas pelos artistas presentes no que se refere aos critérios de julgamento de seus quadros. As inscrições continuarão abertas até a próxima segunda-feira, dia em que os concorrentes iniciarão seus trabalhos nas dependências da Brigada.

Informações podem ser obtidas no site da instituição( www.17bdainfsl.eb.mil.br) ou na Duque da Caxias, 935, no Centro. Serão selecionadas seis obras, que receberão prêmios em dinheiro.
As pinturas serão exposta da Casa da Cultura Ivan Marrocos, a partir da noite do próximo sábado, quando ocorrerá a abertura festiva da exposição e entrega dos prêmios.
Fonte: Ascom Viva Porto Velho
 


jose valdir   -  12-07-2014


Crônicas guajaramirenses
Por Paulo Cordeiro Saldanha
(4/9/2009)


No dia 12 de setembro vindouro, o Município de Guajará-Mirim amanhecerá mais rico no campo literário e espiritual. É que nascerá, a partir das 1900 horas, a Academia Guajaramirense de letras, sob os auspícios da ACLER, a Academia de Letras de Rondônia, atualmente sob o comando do Acadêmico José Valdir Pereira.

Mas o que representará para região a criação e a instalação de uma Academia de Letras?

Respondo: ela “congregará pessoas, amantes das letras e intelectuais de todas as vertentes; deverá propugnar por todos os meios ao seu alcance pela difusão, promoção e conservação evolutiva da cultura, incentivando, principalmente, a criação e a disseminação da literatura Guajaramirense.”

É o que, aliás, consta do Artigo segundo do Estatuto ora em discussão.

Ela perseguirá como objetivo subjacente a promoção dos nossos valores espirituais e materiais, fomentando concursos literários, comemorando datas cívicas relacionadas com a cultura, bem como incentivando o intercâmbio das nossas crenças, valores folclóricos e literários com entidades congêneres. Aqui, no caso, como somos uma área de fronteira, certamente, não faltará a integração com os intelectuais bolivianos, que, por sinal, já saíram na frente e, desde há muito, já possuem a sua trincheira acadêmica.

Na visão do Presidente da ACLER, esta nossa Instituição Literária, “além de apoiar o município no desenvolvimento da literatura, estará, também, comprometida com o fomento de outras vertentes da cultura local, como as artes plásticas, o folclore, a dança, a música, o teatro, a fotografia, entre outras”

Coube-me a honra de, nesta fase de criação e instalação, presidir o novel sodalício, a partir da confiança e da generosidade dos seus primeiros membros fundadores. Assim, com a abnegada colaboração de todos, inclusive do Presidente José Valdir Pereira, o Estatuto já é uma realidade e o brasão institucional vai ganhando os seus contornos, numa concepção gerada pela futura Acadêmica Teresa Chamma que, com a criatividade que a inspira e norteia, vem contando com o incondicional apoio do Secretário Municipal de Cultura, o publicitário Dayan Saldanha, que, traduzindo aquela inspiração, vai concebendo a logomarca oficial da Academia.

Na realidade, o Brasão se sustenta na idéia criadora que vem da natureza, por conta do que nos ensina o meio ambiente. Assim, a escolha recaiu nas raízes e no tronco de uma seringueira, a “hevea brasiliensis”, que traduz a auto sustentabilidade de uma atividade econômica deste Município, em cujo “seio” se abriga um livro, uma fonte de luz, representada pelos raios flamejantes que resplandecem por sobre ele (o livro), encimado pela simbologia dos trilhos da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, de retumbante mensagem histórica, com a inscrição– dentro dos trilhos– do nome da Academia Guajaramirense de Letras.

Ao lado do tronco, sementes de castanheira, a “bertholletia excelsa”, erguem-se do chão, insinuando que desejariam tornar-se as árvores frondosas que alimentam e salvam.

Oportunamente, a bandeira da novel sociedade deverá ser criada, assim como o hino oficial da Entidade.

À primeira Diretoria caberá as ações e gestões para implantá-la moderna e audaciosa, contemporânea e participativa, plugada no futuro e determinada a ser, de fato, a parceira ideal que jamais divida, nem diminua, mas some e multiplique conquistas, vitórias e integração que se transformem em mais dividendos positivos para a cultura regional.

Os futuros Acadêmicos estão representados pelos homens e mulheres que a fortalecerão, já que são escritores, poetas, autores de trabalhos literários. São eles: Aluízio da Silva, administrador e Jornalista; Celso Ferrarezi, Doutor e Professor Universitário; Cristina, Doutora e Professora Universitária; Dorosnil Alves Moreira, Doutor e professor Universitário; Dulcio Mendes, Cirurgião dentista; Edson; Leide Pontes, Professora; Julio César Yriarte Solíz, Bacharel em Direito, Músico, Produtor Cultural e Articulista; Minerva Mendes Soto, Bacharel e Jornalista; Tereza Chamma, Professora e historiadora, e este “escrevinhador”, que se sente valorizado pelos companheiros que sustentarão as colunas da Academia, que nascerá, em breve.

Importa dizer que novos autores, ao serem descobertos pela Academia, deverão receber os convites que poderão conduzi-los a integrar esse grupo de pioneiros, que aceitaram o desafio de construir, através das letras, um novo tempo na dimensão cultural do Município, sede da Academia de letras.

Que assim Deus, o Criador, nos ajude e nos encaminhe!
 


VIRIATO MOURA   -  11-07-2014


REAGE TORCIDA BRASILEIRA!


A derrota fragorosa da seleção brasileira para a alemã foi apenas mais uma das muitas que o Brasil vem sofrendo há muito tempo. Certo que não umazinha qualquer, mas um verdadeiro massacre nunca visto em Copa do Mundo, em particular pelo fato de o derrotado ter sido o anfitrião, e ainda diante da melhor torcida que se tem notícia na face da Terra a seu lado. Uma peia como essa, de 7 a 1, coaduna-se mais com peladas de rua ou de várzea com times que são formados sem critérios técnicos, apenas com propósito de brincadeira.

Convenhamos que uma competição da envergadura de uma Copa não é brinquedo não. Qualquer explicação dada pela comissão técnica, como foram aquelas da tarde do dia seguinte ao vexame, acrescentaram ainda mais danos à imagem desses cidadãos, que ganham milhares de reais pelo seu trabalho, são tratados como reis, mas agem sem a competência que deles se espera. Como se isso não bastasse, ainda tentam se justificar usando termos como “apagão emocional”, “tsunami psicológico” e outras bobagens não aceitáveis em um conjunto de atletas de alta performance. Além das explicações pífias do Felipão, ainda veio o Parreira ler o e-mail de uma “admiradora” do citado técnico, onde ela joga confetes coloridos sobre o cocuruto dele quando poderia até tratá-lo como uma Geny. Perder para a Alemanha era um risco iminente, sabia-se. Mas, de 7 a 1, foi demais. Demais!

Não nos enganemos, senhoras e senhores, esse gosto amargo de mais uma derrota logo sairá de nossa boca já acostumada ao fel de tantas perdas. Não fosse assim, não agiríamos como agimos. Condescendentes, engolimos sapos até sem expressão de repugnância. Para nós, povo deste país onde bananeiras dão muitos frutos em qualquer lugar, perder, apanhar, ser desrespeitado, humilhado e injustiçado parece fazer parte do nosso jeito de assimilar. A derrota de nossa seleção está longe de ser uma grande catástrofe diante de tantas que vivenciamos no nosso cotidiano. Um país que se dá a respeito não funciona tanto ao sabor do acaso, do “deixa pra lá pra ver como é que fica”, do “a gente resolve isso depois”, e assim por diante. Sem competência, ordem, disciplina, compromisso e determinação em direção ao acerto, as coisas tendem a dar errado. E geralmente dão! Temos de aceitar: o acerto não tem sido o nosso forte. Simplesmente porque não o buscamos na medida que deveríamos.

No contexto dos poderes constituídos, em particular do Executivo e do Legislativo, na maioria das vezes o mérito é rechaçado como doença contagiosa. É a lorpice de sempre, escada para ascensão de nulidades que preferem conviver com seus pares obtusos, avessos ao fazer como deve ser feito. Enquanto aquele que estiver errado não aceitar essa sua condição, será vã a tentativa de corrigi-lo.

Não é preciso ter uma percepção tão refinada em termos intelectuais para concluir que estamos longe de ser gente que tem como meta a excelência. É claro que há exceções, mas são raras. E essas exceções poucas vezes ocupam as posições que deveriam ocupar. O sucesso no Brasil é nivelado por baixo. Qualquer um inepto vira celebridade do dia para a noite. Qualquer um lerdaço semialfabetizado é eleito para legislar, para gerir o patrimônio público. Nesse contexto não há, como deveria haver, critérios minimamente aceitáveis capazes de coibir candidaturas de gente com tamanha desqualificação. É por isso que dá no que dá.

Quando se fala em preparo intelectual, alguns espertalhões desprovidos desse dote tentam desacreditar esse critério dizendo que um pessoa que domina saberes nem sempre é um bom gestor. Que há outros quesitos a serem preenchidos para que se tenha mais chances de atingir esse objetivo. Temos de concordar que somente saber das coisas não garante o sucesso das ações posto que é preciso talento, boa vontade, virtudes nessa linha. Porém é preciso, principalmente, que a pessoa queira fazer bem feito. Mas uma coisa é certa: sem essa condição basilar que é a de ter conhecimento fundamentado no saber vigente sobre o que se pretende, certamente que não será possível chegar a bom termo, ao melhor resultado de um modo continuado. O mundo está cheio de êxitos fugazes. Já os duradouros, apanágio dos competentes ... No fatídico jogo com a Alemanha, nosso brio de país do futebol, pentacampeão do mundo, foi pisoteado. O “pastores alemães” fizeram nossos jogadores de “vira-latas sardentos” que, desorientados, apenas corriam atrás do próprio rabo. No jogo da vida, entretanto, nosso Brasil vem perdendo há muitas décadas: os gols da incompetência têm vazado constantemente nossa cidadela e provocado danos inestimáveis.

Reage torcida brasileira! Dia 5 de outubro próximo, o jogo poderá ser definido por nós.
 


jose valdir   -  11-07-2014


Sobre a ansiedade


A ansiedade é, com certeza, um dos maiores entraves no aprendizado. No curso, pela minha experiência, as pessoas quase sempre são muito "aceleradas", ansiosas, e isso atrapalha porque ao invés de traduzir e interpretar os dados visuais, preferem deduzir. O recorrente é a constatação, por parte delas, de que agem dessa forma por suas naturezas. Discuto em aula que, o que parece ser mais um traço exclusivo de personalidade, visto que todos compartilham da mesma idéia de que isso pertence à esfera individual, é na verdade uma estratégia coletiva de sobrevivência dos tempos atuais: racionalidade e raciocínio rápido a partir da combinação de poucas informações são condições fundamentais para o processamento seletivo desse fluxo infinito de imagens e de dados. Contudo, Arte, como diz Rodin, é contemplação. A probabilidade de alguém conseguir apreciar arte "correndo", compreender o que está à sua frente "desesperado" é quase nula. O pré-requisto para o aprendizado (e também fruição), é mudar a perspectiva sobre o tempo, a postura e entender que embora pareça que nós nasçamos assim, no fundo, somos treinados socialmente para sermos assim. Mas o que é bom na vida cotidiana, pois, lembremos, se não houvesse essa faculdade desenvolvida, seríamos "engolidos" pelas coisas, não o é necessariamente na arte (terreno onde poderíamos, em tese, desfrutar de repouso e descanso - embora tenha se transformado num sintoma pós-moderno de mesmas características). A mudança que se faz necessária é vislumbramento de outra possibilidade, nada remota, de escolher não ser assim. Em pintura, para haver aperfeiçoamento, não podemos acreditar naquele ditado "pau que nasce torto, morre torto" e o tempo na arte é o da necessidade, não o da produtividade ou do cálculo custo-benefício.
Mauricio Takiguthi
 


jose valdir   -  11-07-2014


DEU NA RECORD NEWS


Presidente Dilma, em entrevista a Rede de Televisão CNN, disse que o Brasil aplicou, durante a ralização da Copa no país, mais de 1 trilhão e 700 bilhões de reais em saúde, enquanto que os gastos com a Copa foi a penas de 8 bilhões.


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