José Valdir Pereira
 
 
 
José Valdir Pereira
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  10   -  Mural de recados

 


jose valdir   -  05-07-2014


BR 364 SERÁ DUPLICADA NA ÁREA URBANA DA CIDADE DE ITAPUÃ DO OESTE-RONDÔNIA

A duplicação da BR 364, mais especificamente do trecho que adentra a zona urbana do município OCORRERÁ EM BREVE.

O DNIT juntamente com a empresa contratada para execução da obra, a Castilho, já apresentou o projeto para apreciação, o qual foi muito bem recebido pelos presentes, pois se trata de uma obra de grande magnitude que trará muitos benefícios para toda a população.
 


VIRIATO MOURA   -  04-07-2014


O PAÍS DO OBA-OBA

Não adianta negar. Somos deste jeito: na base do oba-oba, do Maria vai com as outras, da imitação contumaz, e assim como a vida dos outros nos levar.

Lembram-se das manifestações de rua que acometeram o país desde os meados do ano passado pelos tais vinte centavos de acréscimos nas passagens de ônibus em São Paulo?

Lembram-se das manifestações contra a realização da Copa do Mundo no Brasil?
Lembram-se das previsões catastróficas feitas pela maioria em relação a esse maior evento futebolístico do mundo?

Convenhamos que as justificativas dos manifestantes para suas passeatas, mesmo as daqueles que dizem estar exercendo seu direito democrático de protestar, não se sustentam em qualquer fundamento plausível. Tantas coisas erradas que acontecem neste país em termos de gestão pública onde o erro é a norma não a exceção, e vinte centavos vira a gota d’água para tanto tumulto, incluindo as ações depredaras absolutamente inaceitáveis cometidas por vândalos.

Em seguida, surgiram as mobilizações contra a Copa. Depois de o governo gastar mares de dinheiro para promover o evento, surgem as tais manifestações, todas extemporâneas, com a justificativa de que essa dinheirama deveria ser aplicada na Saúde, na Educação e em tantas outra prioridades demandadas pelo país. Teria sentido, sim, uma atitude “democrática” se fosse praticada no tempo certo, até mesmo para impedir que o Brasil se candidatasse para sediar o evento. Mas, depois do dinheiro gasto?...

Tudo oba-oba!

As convicções políticas e ideológicas do povo brasileiro ainda não tiraram as fraldas. Muitos manifestantes foram às ruas porque as redes sociais convidavam, e, para se sentirem inseridos no contexto, participaram como quem vai para um evento festivos. Não os moveu qualquer convicção de quem, respaldado em atos coerentes, quer mesmo mudar esse “x-bagunça” onde vivemos.
No fundo, no fundo, damos a entender que o que gostamos é disso mesmo, desse jeito de ser de qualquer jeito, ao sabor (mesmo que amargo) de qualquer vento.

Tudo oba-oba!

O nossa negócio é fazer festa, pirotecnias diversas. Vejam a Copa, que muitos previam que, “pela lógica dos acontecimentos recentes”, seria um desastre. Talvez nem acontecesse. Que as nossas ruas e de demais logradouros públicos seriam palcos de confrontos e quebradeira. Que passaríamos a maior vergonha da nossa história diante da falta de estrutura para receber o evento. Quem nem os estádios estariam prontos. Que isso, que aquilo, tudo de mal a pior.

O que aconteceu?

Tudo diferente das previsões pessimistas. A Copa saiu e se saiu muito bem. Fora um punhado de abilolados que tentaram obstruir os caminhos da quase totalidade que festeja, o resto está sendo uma festa só: muita confraternização entre nós mesmos e com os estrangeiros que nos prestigiaram com suas presenças — quase todos eles estão encantados com a recepção afável que estão tendo. Mesmo diante da rivalidade esportiva, até mesmo com os argentinos, o que se tem visto são demonstrações de cortesia entre os torcedores, o lado mais nobre dessas competições.

Quanto às ações concretas que podem ajudar a mudar esse estado de muitos males que afligem nossa gente, certamente os brasileiros continuam reprovados. Porém, ninguém nos rouba o título de gente alegre, vibrante, festeira, que gosta mesmo é de ir pro abraço. Nesses itens, a regra é clara: somos imbatíveis. Por isso, apesar da nossa realidade cotidiana, que está longe de ser padrão Fifa, esta Copa será sempre lembrada como a Copa da Alegria e da Afabilidade do povo brasileiro.
 


jose valdir   -  04-07-2014


DÉJÁ VU, UM DOS FENÔMENOS DA MENTE

Déjà vu é a experiência de estar certo de que você tenha experimentado ou visto uma nova situação anteriormente - você se sentir como se o evento já aconteceu ou está se repetindo.
A experiência é geralmente acompanhada de um forte senso de familiaridade e uma sensação de eeriness, estranheza ou esquisitice. A experiência "anterior" é geralmente atribuída a um sonho, mas às vezes há um senso firme de que ele tenha realmente ocorrido no passado.
 


Viriato Moura   -  02-07-2014


PROCURA-SE A HONRA DA PALAVRA

“O que é honra? Uma palavra. O que há nessa palavra honra? Vento. “
William Shakespeare

A palavra, que no passado era avalizada por um fio de cabelo de bigode, há muito foi estuprada. E qualquer um acha-se com direito de usar e abusar dela, de todos os jeitos e posições, e depois esquecê-la como se nenhuma relação ou compromisso tivesse com o que disse através dela.

Acreditar na palavra da maioria das pessoas chega a ser uma ingenuidade. Ingenuidade que pode até ser, em algumas situações, considerada como parvoíce. Mesmo a palavra documentada, como se está cansado de saber, não tem garantia de registrar a verdadeira — principalmente no que tange à promessas. Se um décimo do que se promete de bom em todo mundo fosse cumprido, teríamos um outro planeta, uma outra existência. Mas, nem isso acontece. Algumas pessoas, não poucas, para se verem livres de compromissos, os empurram com a barriga da falsidade.

Não cumprir o que se diz, a cada dia, parece tornar-se algo socialmente aceito. Expediente usado com tamanha frequência, a mentira é favorecida até por condescendência da Lei, quando esta postula que ninguém é legalmente obrigado a apresentar provas contra si mesmo — mesmo diante de evidências incontestáveis de culpa, o acusado pode negá-las ou até ficar em silêncio. Houve um tempo em que quando se terminava uma frase com a expressão “palavra de honra”, algo era efetivamente agregado ao que houvera sido dito. Hoje, isso, não raro, é apenas mais um álibi para convencer o interlocutor.

É lamentável, mas vivemos numa sociedade desacreditada. Confiar em alguém demanda comprovações reiteradas, robustas e muitas vezes testadas. Assim não sendo — devemos acreditar nisso sem sombra de dúvida —, assumimos a posição de presa fácil.

As relações humanas se sustentam em muitos cantos de sereia. Há até quem parece gostar de ser enganado: “Me engana que eu gosto!”, diz a expressão popular. Ser desconfiado não significa ser negativista, radicalmente descrentes. Entretanto, estar atentos e fortes para essas armadilhas fazem-se preciso no caminho existencial.

Acreditar, em certa situações, é fundamental; todavia, para acreditar com razão é preciso, antes, desacreditar. A prudência é sempre uma boa conselheira nessas decisões. Afinal, sabemos, as aparência enganam. E muito.

As palavras desonradas são petardos sempre engatilhados para nos provocar algum tipo de dano. Mesmo aqueles que são materialmente pequenos, têm uma dimensão diferente em cada enganado no que tange à frustração decorrente da decepção com quem as proferiu.
 


jose valdir   -  02-07-2014


A poesia do poeta jose valdir pereira

SEUS SONHOS DE MOMENTOS

A chuva chegou de mansinho e bateu de fininho no telhado da casa dela, e ela, estendida no seu leito, absorta no amor que pensava ter, nos braços que a possuia, nem se dava conta que a chuva chegara em sua vida, em seu corpo, pelas goteiras...

Lá fora, a esbelta tamareira o vento acariciava, tomava-lhe em seus braços, seu corpo, os galhos que - suavemente - se mexiam de um lado pro outro, como se a ela afagasse, de tão atraente aquela nudez da moça se mostrava...

Um assobio de longe entrou no intimo de sua alma, trazendo-lhe acordes de uma canção de amor distante...

Ela, mesmo assim, ali ficava inerte a pensar no amor que fazia, recebia, dava, naquele momento, em seus devaneios...
(jose valdir pereira)
 


VIRIATO MOURA   -  22-06-2014


BARRADOS NO TEATRO

Foi alvissareira, ainda que com atraso de quase duas décadas, a notícia de da inauguração, sexta-feira 20, do nosso teatro estadual. Não completamente, como já era mais do que tempo de acontecer, mas uma sala, a menor do Palácio das Artes, para 236 pessoas.

O nome escolhido, Teatro Guaporé, que faz referencia ao território que um dia foi esta unidade federativa, pelo menos não gerou a polêmica que geraria se colocassem, a revelia das cabeças pensantes deste estado, alguns nomes concorrentes, entre eles aqueles sem qualquer afinidade com as artes cênicas.

Porém, antes da primeira batida de Molière, o pessoal da coxia do poder já tropeçou no cenário. Como foi divulgado, no dia na inauguração somente convidados teriam acesso ao espetáculo e ao falatório de praxe. Tudo bem, todos concordamos que autoridades dos poderes constituídos, representantes das instituições culturais, em particular pessoas que há muito se dedicam ao teatro em nossa terra, e ainda aquelas individualmente representativas da intelectualidade local, além, por óbvio, de jornalistas e diretores de empresas de comunicação deveriam estar nessa lista.

Os responsáveis pela seleção de convidados para eventos promovidos governo são useiros e vezeiros em desobedecer os critérios que deveriam ser considerados nessas situações e, por isso, são motivo de críticas procedentes — sem falar nos gafes protocolares, também contumazes. Este articulista ficou sabendo, de viva voz, que a maioria dos nossos artistas de teatro fez parte desse rol dos esquecidos — conheço alguns que há mais de uma década se dedicam a arte de representar e, mesmo assim, não foram chamados para esse momento tão sonhado por eles, a inauguração do “nosso” teatro. Entidades como a Academia de Letras de Rondônia, entre outras que atuam no setor cultural do estado, também não. E, apenas para citar um nome pelo seu pioneirismo, tradição, publicação de livros sobre Rondônia, divulgação de nossa história em todas as mídias e ainda por ser uma das mais respeitáveis guardiãs dos valores culturais nativos, a professora Yêdda Pinheiro Borsacov, também não teve a “honra” de ser lembrada para comparecer ao evento.

Diante de mais essa desconsideração absolutamente inaceitável por parte do governo do estado para com aqueles que mereciam estar presentes nesse acontecimento importante para nossa cultura, fica claro que os critérios da escolha dos convidados para a inauguração do Teatro Guaporé foram os de sempre. Ou seja, respaldados no desconhecimento da história e no mérito de nossa gente e fundamentados em interesses outros que quase nunca atendem os interesses do povo de Rondônia — somente o desses tais, por certo.

A julgar pelas fotos do evento, a plateia ficou muito aquém da esperada pelos “organizadores”, daí não ser exagero concluir que a maior parte dos convidados pode não ter comparecido por falta de sensibilidade para esse tipo de espetáculo.

Barrados na inauguração do nosso teatro, uni-vos. Saiam da fila de espera do descaso onde se encontram, e ponham vossas inteligência e talento a serviço de movimentos legítimos, fundamentados, respeitosos porém veementemente sinceros. Como disse Geraldo Vandré: “Quem sabe faz a hora, não espera acontecer!”. Chega de fazer parte da claque! Chega de ser bufão!
 


jose valdir   -  17-06-2014


Dar é dar. Fazer amor é lindo, é sublime, é encantador, é esplêndido, mas dar é bom pra cacete. Dar é aquela coisa que alguém te puxa os cabelos da nuca, te chama de nomes que eu não escreveria, não te vira com delicadeza, não sente vergonha de ritmos animais. Dar é bom. Melhor do que dar, só dar por dar. Dar sem querer casar, sem querer apresentar pra mãe, sem querer dar o primeiro abraço no Ano Novo. Dar porque o cara te esquenta a coluna vertebral, te amolece o gingado, te molha o instinto. Dar porque a vida de uma publicitária em começo de carreira é estressante, e dar relaxa. Dar porque se você não der para ele hoje, vai dar amanhã, ou depois de amanhã.

Dar sem esperar ouvir promessas, sem esperar ouvir carinhos, sem esperar ouvir futuro. Dar é bom, na hora. Durante um mês. Para as mais desavisadas, talvez anos. Mas dar é dar demais e ficar vazia.

Dar é não ganhar. É não ganhar um eu te amo baixinho perdido no meio do escuro. É não ganhar uma mão no ombro quando o caos da cidade parece querer te abduzir. É não ter alguém pra querer casar, para apresentar pra mãe, pra dar o primeiro abraço de Ano Novo e pra falar: “Que cê acha amor?”.

Dar é inevitável, dê mesmo, dê sempre, dê muito. Mas dê mais ainda, muito mais do que qualquer coisa, uma chance ao amor, esse sim é o maior tesão. Esse sim relaxa, cura o mau humor, ameniza todas as crises e faz você flutuar.
( Luís Fernando Veríssimo)
 


Francisca Araujo   -  12-06-2014


Ola mano poeta,
vim deixar o meu abraço.
Adorei a reformulação do site,
vi as fotos das meninas, também dos sobrinhos Vanessa e Tunai, que ficaram muito bem ao teu lado.
Um abraço,
Deus abençoe a família!.
 


jose valdir   -  06-06-2014


POEMA DEDICADO À IRMÃ DO POETA
Tributo à irmã do meio

Menina,
Nem podes parar agora, se não a caminhada será em vão.
Uma menina assim, que tinha o corpo esquálido,
mas, carregado por uma alma aguerrida,
bem que merece o horizonte inatingível.
Lembranças de ti, agora invadem minha mente e,
me dão conta do quanto,ainda tenra, já ti doavas,
investindo num porvir de glória.

Mulher,
Não me lembro de ti a esmo,
sem caminho e sem caminhada.
Tens vida e teu passado é seiva forte,
que energiza teu coração, tua alma,teus pés.
Segue e caminha.
A luz ainda brilha e tens que alcançá-la
Segue! Nada espera! Vai!
Tudo que tens, do nada fizeste!
És mãe, és mulher e uma iminente vencedora,
porque queres vencer.
E nasceste para vencer, malgrado os
percalços, os encalços,
e essa gente que insiste em não te ver.
A vida é uma relíquia e, como tal,
tem seu valor e precisa ser conquistada.
Ainda bem que o sabes...
(Poeta José Valdir Pereira)
 


jose valdir   -  31-05-2014


"Quando flores são ofertadas,
chegam ao seu olhar,
acolhem-nas, suas mãos,
o coração se alegra,
vêm sorrisos nos lábios...
sementes são lançadas...
florescem amor...
E o amor, é alegria, contentamento, felicidade!"
(jose valdir pereira)


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