José Valdir Pereira
 
 
 
José Valdir Pereira
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viriato moura   -  22-05-2014


EU

A primeira pessoa pode ser outra.
Viriato Moura
 


AUXILIADORA PINTO   -  21-05-2014


Caríssimo escritor José Valdir
boa tarde.

Estou desenvolvendo uma pesquisa sobre a Literatura de Rondônia e gostaria de contar com sua colaboração.

Já enviei um e-mail, mas não recebi a resposta... Por favor, me informe um telefone para contato, ou responda à mensagem que enviei anteriormente.

Obrigada, Auxiliadora Pinto. Email-auxipinto@hotmail.com Tel 0xx1732237373.
 


Francisca Araujo   -  11-05-2014


Estimado mano Valdir Pereira, "o moço velho", irmão amado..., que lindo este teu agradecimento, imensurável ‘sentir’! Neste instante, tenho uma sensação muito boa e fico gratificada por conseguir estar junto de ti, perceber tua sublime, extrema e peculiar trajetória..., saber que és um enviado e constróis um legado literário essencial, e de que maneira! Bem creio eu que consegues "sentir" todo teu editorial e o faz com a habilidade quão o apóstolo Paulo fez a sua missão que a descreve em uma de suas Epístolas, “Ai de mim se eu não fizer...”.

De fato, tua vida aduz isso, tens um estilo habitual de atrair outras. Exemplo disso, ontem mesmo estive a ler, reler e navegar em seus escritos (no teu blog, site, em outros registros feitos por ti). Em suma, findei a viajar em pensamentos e refleti, realmente é preciso que o discípulo da sabedoria tenha o coração grande e corajoso para caminhar assim como adejas tu. Tens uma bagagem invejável, e certamente não pode simplesmente arquivar o conhecimento, pois “a lâmpada precisa ficar sobre a mesa para que todos vejam”.

Assim sendo, com convicção afirmo, Deus precisava de ti para ainda fazer algo por Ele. Isto que estas fazendo e acreditando, é obra divina. Pois, pois, caro mano, muitos parabéns pelas belas e singulares palavras no "AGRADECIDO, MÃE!", em todo teu projeto cultural, poemas, sonetos e versos de Amor.

Abençoado sejais sempre em tua vida pessoal, teu trabalho e tenhas muita saúde! Finalmente, presentemente ora festejo mais um "Dia das Mães", contigo e todos que fazem parte de ti/nós. Pra já, deixo retratada minha gratidão ao Pai celestial por nos ter concedido a mulher caridosa e desvelada que é nossa mãe, haja bênçãos sem fim para ela, que podemos comparar a "Maria" mulher tão abençoada por Deus, a qual abraçou os discípulos como seus filhos e os seguidores de Cristo, por seus irmãos. Para esta "nossa" mãe Maria Augusto Leite, que foi incubada de nos acompanhar, ensinar e proteger-nos com seu amor maternal e a todas mães espalhadas pelo mundo inteiro, CONGRATULAÇÕES!
 


Antônio Cândido   -  30-04-2014


A FERROVIA - 1912
Antônio Cândido da Silva

Quando o ano de doze começava
a ferrovia já chegava ao fim.
Em catorze de março já se viam
as construções de Guajará-Mirím.

E foi assim, que em trinta de abril
a construção termina finalmente.
Foi nesse dia que os trabalhadores
assentaram o último dormente.

Foi somente em primeiro de agosto,
em meio a muita festa e emoção
que a Companhia oficialmente,
promoveu sua inauguração.

De Francisco Palheta à ferrovia,
passaram já cento e noventa anos
nos quais o homem contra as cachoeiras
travou batalhas e teve desenganos.

Finalmente o homem vence a luta
isolando o perigo entre dois portos.
Era também a hora de lembrar
heróis sem nome que tombaram mortos.

Eram trezentos e sessenta e quatro
os quilômetros agora percorridos
e mil quinhentos e cinquenta e dois
os homens enterrados e esquecidos.

Vinte um mil, oitocentos dezessete,
foi o número de homens contratados,
não incluindo os que trabalharam
ou morreram sem serem registrados.

Provavelmente aqueles que morreram
só um terço a história registrou.
Mas não se diga que cada dormente
representa um homem que tombou.Mbr>
Do livro Madeira-Mamoré O Vagão dos Esquecidos
 


Marival Furtado Vieira   -  30-04-2014


CASOS DE VERDADE

Este é um caso que eu já deveria ter escrito, porém como diz a Santa Palavra, tudo tem o seu tempo e por incrível que pareça, hoje é o tempo. Caso este, passado na cidade de Porto Velho.

Ultimamente vêm a minha mente, muitas lembranças, onde ai aparece como um filme, que muitas vezes assisti em matinal no Cine Brasil e na primeira ou segunda sessão do Cine Resky, ai mesmo em Porto Velho, (os antigões sabem do que estou falando), quando naquela época ainda não existia a grande população de hoje, e nem a violência corriqueira de agora, onde os jovens saiam para se divertirem com a certeza de voltarem para suas residências.

Pensando nisso e navegando pela net, descobri que existem vários movimentos em prol de Porto Velho-RO, onde alguns deles me chamaram à atenção, e ai fazendo parte destes, vários amigos de infância e adolescência, peladeiros, colegas de colégio e até de trabalho, e muitos conhecidos rondonienses natos, que por alguma circunstância, nos debandamos, deixando o campo aberto para alguns aventureiros, que aqui aportaram e tomaram conta de nossa capital e porque não dizer se apossaram de nosso estado. E o resultado está ai. Por nossa culpa! Vê se no estado do Amazonas e no estado do Acre, os aventureiros se criam! Pois quem manda naqueles dois estados, são seus filhos.

Voltando ao assunto das lembranças, após entrar em alguns movimentos saudosistas, tive a felicidade de captar algumas fotos antigas de Porto Velho, publicadas por velhos companheiros, que me deixaram muito emocionado, vendo a Sete de Setembro com seus clips (para melhor entendimento dos mais jovens, era tipo lanchonete no meio da Avenida Sete de Setembro), bem como o Mercado Central ainda inteiro antes do incêndio, EFMM, Café Santos, Escola Normal Carmela Dutra, Colégio Dom Bosco, tanto o da Gonçalves Dias, como o da Almirante Barroso e que tive o prazer em ali estudar em todos os dois por alguns anos. Muitas outras fotos de locais que ainda figuram em minha mente como se fosse hoje e isso tudo me fez voltar aos meus doze anos de idade.

Gostei de ver a iniciativa de alguns conterrâneos em pelo menos, não deixarem morrer aquele passado e que se preocuparam em rastrearem acervos que se encontram quase que danificados pelo tempo, porém não apagados de nossas memórias.

Parabéns aos amigos conterrâneos e também àqueles que realmente somam com todos os rondonienses e que sentem como nós AMOR POR ESTE PEDAÇO DE CHÃO, que vimos praticamente nascer. Com permissão dos saudosistas, copiei e nesta ocasião estou postando uma das muitas fotos de nossa Porto Velho antiga.
 


jose valdir   -  15-04-2014


"Para mim, as árvores sempre foram os pregadores mais penetrantes. Reverencio-los quando eles vivem em tribos e famílias, em florestas e bosques. E ainda mais eu reverenciar-los quando eles estão sozinhos. Eles são como pessoas solitárias. Não como eremitas que têm roubado de alguma fraqueza, mas como grandes, homens solitários, como Beethoven e Nietzsche. Em seus mais altos ramos do mundo agita, suas raízes descanso em infinito; mas eles não se perder lá, eles lutam com toda a força de suas vidas para apenas uma coisa: a realizar-se de acordo com suas próprias leis, para construir a sua própria forma, para representar a si mesmo. Nada é mais sagrado, nada é mais exemplar do que uma árvore bonita e forte. Quando uma árvore é cortada e revela a sua morte ferida nua ao sol, pode-se ler toda a sua história no disco luminoso, inscrito de seu tronco: nos anéis dos seus anos, suas cicatrizes, toda a luta, todo o sofrimento , toda a doença, toda a felicidade e prosperidade estão realmente escritas, os anos estreitas e os anos de luxo, os ataques resistiu, resistiu às tempestades. E cada jovem fazendeiro sabe que a madeira mais dura e mais nobre tem os anéis mais estreitos, que os altos das montanhas e em perigo de continuar os, o mais forte, as árvores ideais mais indestrutível crescer. árvores são santuários. Quem sabe como falar com eles, quem sabe ouvir para eles, pode aprender a verdade... Eles não pregam a aprendizagem e preceitos, que pregam, sem ser detido por particulares, a antiga lei da vida Uma árvore diz: Um kernel está escondido em mim, uma faísca, um pensamento, eu sou a vida da vida eterna. A tentativa eo risco que a mãe eterna tomou comigo é único, exclusivo da forma e veias da minha pele, único a menor peça de folhas em meus galhos ea menor cicatriz na minha casca. Eu fui feito para formar e revelar o eterno em meu pequeno detalhe especial Uma árvore diz: Minha força é a confiança. Eu não sei nada sobre os meus pais, eu não sei nada sobre os milhares de crianças que todos os anos primavera fora de mim. Eu vivo o segredo da minha semente até o fim, e eu me importo com mais nada. Eu confio que Deus está em mim. Espero que o meu trabalho é sagrado. Fora dessa confiança que eu vivo Quando estamos ferido e não pode suportar a nossa vida por mais tempo, então a árvore tem algo a nos dizer: Seja ainda! Aquietai-vos! Olhe para mim! A vida não é fácil, a vida não é difícil. Esses são pensamentos infantis. Deixe Deus falar dentro de você, e seus pensamentos irão crescer em silêncio. Você está ansioso porque o seu caminho conduz para longe da mãe e do lar. Mas cada passo e cada dia levá-lo de volta para a mãe. Home é nem aqui nem lá. Início está dentro de você, ou em casa é lugar nenhum. Um desejo de passear lágrimas meu coração quando ouço as árvores farfalhando ao vento, à tarde. Se alguém os ouve em silêncio por um longo tempo, esse desejo revela o seu kernel, o seu significado. Não é tanto uma questão de escapar de um de sofrimento, embora possa parecer que ser assim. É uma saudade de casa, para uma memória da mãe, de novas metáforas para a vida. Ele leva para casa. Cada caminho leva para casa, cada passo é o nascimento, cada passo é a morte, cada túmulo é mãe. Assim, os sussurros de árvore na noite, quando estamos inquietos diante dos nossos próprios pensamentos infantis: árvores têm pensamentos longos, respiração longa e tranquila, apenas como eles têm vidas mais longas do que o nosso. Eles são mais sábios do que nós, enquanto nós não ouvi-los. Mas quando aprendemos a ouvir as árvores, a brevidade ea rapidez ea pressa infantil de nossos pensamentos alcançar uma alegria incomparável. Quem aprendeu a escutar as árvores já não quer ser uma árvore. Ele quer ser nada, exceto que ele é. Isso está em casa. Isso é felicidade. " -

Hermann Hesse , Bäume. Betrachtungen und Gedichte
 


Francisca Araujo   -  14-04-2014


Amado irmão,
ficou linda a homenagem que fez ao nosso pai querido.
Um beijo carinhoso em ti e obrigada por teu carinho!
Papai vai amar saber disso!
Beijos mano, beijos!
 


João Vianney Prado Melo   -  14-04-2014


Valdir, desejo tudo de bom ao Sr. Joaquim, pessoa que aprendi a amar.
Parabéns.
 


VIRIATO MOURA   -  13-04-2014


DESABRIGADOS: O QUE SERÁ DELES DORAVANTE?

Não se pode negar que as autoridades locais, com apoio das federais, fizeram um grande trabalho no que tange ao atendimento dos desabrigados pela enchente do Madeira, retirando-os das áreas de risco e tomando algumas medidas preventivas de proteção à saúde.

Entretanto, desde há muito que o Projeto Viva Porto Velho, em seus programas de rádio e televisão, vem criticando construtivamente o destino que se está dando a essas pessoas: a maioria foi alojada em escolas públicas e em outros espaços que, convenhamos, não são compatíveis com uma convivência sadia e razoavelmente cômoda. As pessoas aceitaram, inicialmente, de modo pacífico, por absoluta falta de alternativa. A ocupação de escolas públicas pelas vítimas da enchente apresenta dois inconvenientes. O primeiro: esses espaços estão longe de ser adequados a esse fim. O segundo: porque prejudicou, de modo expressivo, os estudantes que ficaram sem aulas durante todo esse tempo, comprometendo seu ano letivo.

A inadequação de escolas, quadras de esporte e similares para o alojamento de desabrigados apresenta duas contraindicações formais: morais e materiais: porque não dispõem de acomodações compatíveis com as necessidades de pessoas de idades e sexos diversos. Crianças coabitam com adultos, alguns estranhos à sua família, cuja índole não é passível de uma avaliação segura nessas condições. As instalações sanitárias, quando existem em número suficiente, o que é raríssimo, não estão em condições de higiene aceitáveis. O preparo da alimentação também não atende às boas normas nesse sentido, no que tange à salubridade.

Como se não bastassem tantos incômodos, acrescidos de sérias possiblidades de danos, ainda há o fator condições climáticas. Nessa época do ano, em nossa cidade faz muito calor. Como se sabe, crianças e pessoas idosas suportam menos essa condição adversa, a ponto de colocar em risco a saúde deles.

Recentemente, a Defesa Civil montou barracas no Parque de Exposições dos Tanques, dizendo serem acomodações padrão nessas situações. Que padrão? E se algumas autoridades fossem expostas às condições precárias dessas instalações? Será que, sem demagogia, suportariam? Por que, senhoras e senhores, outros seres humanos, iguais perante a lei, seriam mais “capazes” de aguentar esse sofrimento? Ao ser questionado, semana passada, sobre o excessivo calor que faz no interior das barracas, o governo prometeu climatizá-las, porém sem data marcada. Ou seja, a possibilidade de tal providência se concretizar é remota.

Sinceramente, um país como o nosso, cuja carga tributária é uma das maiores do mundo, tratar seus cidadãos e cidadãs desse jeito é algo absolutamente inaceitável e revoltante. Por que o que é dado pelo governo tende a ser de má qualidade, como se fosse esmola, quando é sua obrigação constitucional? Por que se humilha tanto pessoas que, vítimas de muitas fragilidades, por vezes sequer têm força para reagir, tendo que aceitar essas ofensas num país que se diz democrático? Não, isso não está certo! E está na hora de mudar: o povo, independente da classe social, deve ser tratado com respeito, com humanidade. Foi decretado, tanto pelo governo estadual quanto pelo municipal, estado de calamidade pública. Dizem que o governo federal destinou altas verbas para atender as vítimas da enchente. É nessa hora que as autoridades têm que se valer do direito que lhe é dado pelas leis de agir com rapidez, sem os obstáculos burocráticos rotineiros, não raro despropositados, que não servem para quase nada a não ser para prejudicar atravancar a vida das pessoas.

Quando sugerimos em nossos programas de televisão e rádio que essas pessoas fossem alojadas em hotéis, houve gente que achou isso um absurdo, e que o poder público não pode fazer assim. Não pode por quê? O que não pode e não deve é expor as pessoas a condições desumanas como está acontecendo. O que haveria de mal em fazer convênio com alguns hotéis com instalações dignas compatíveis com essa população desabrigada? Certamente que esses estabelecimentos baixariam consideravelmente o preço de suas diárias para mantê-los lotados. Os hotéis, claro, forneceria também alimentação. Feito isso, os desabrigados, que certamente não voltarão para suas casas tão cedo — alguns jamais voltarão — liberariam as escolas onde estão, permitindo o imediato retorno dos estudantes “desescolados” às aulas, e passariam a ter atenuado o seu sofrimento de serem forçados a abandonar seus lares. Lar, como se sabe, é onde mora o coração das famílias que neles habitam.

Já estava mesmo na hora dos ministérios públicos estadual e federal e demais instituições afins entrarem em ação para dar um basta nesse estado de coisas que depõem não só contras as autoridades, mas contra todos nós se ficarmos de braços cruzados vendo esses nossos irmãos nessas condições.
 


jose valdir   -  12-04-2014


Aniversário do amigo Audenir Courinos

A juventude amiga, na nobreza de um anjo, nos persegue como se fosse nossa amante, eterna amante, caprichosa no zelo e ciosa no seu de fazer...a cuidar... e nos brinda, ininterruptamente e sem exaurir paciência, com o remoçar diário e inabalável, porque eterna não é a carne, mas o espírito...Que vão-se os anos, mas que não se vá a vida...que se vá a primavera, mas que não se vão as flores...Que se vão os dias tristes, mas que não se acabem os momentos felizes...

Um grande abraço, querido amigo e parabéns... e que Deus lhe cubra de bençãos, de amor, de saúde e de muita vida. Amém!


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